Conheça Michel Giannuzzi, presidente mundial do Grupo Verallia

Com 53 anos de idade, Michel Giannuzzi tem uma carreira executiva marcada por gestões bem sucedidas, foco em soluções inovadoras, na sustentabilidade e no respeito aos colaboradores. Antes de chegar à Verallia, foi CEO da Tarkett, líder mundial em pavimentos e superfícies esportivas, entre 2007 e 2017, onde pôs em prática uma estratégia de crescimento rentável que levou à oferta pública inicial (IPO) da companhia em 2013. Também ocupou diversos cargos de liderança no Grupo Michelin e no Grupo Valeo, gigantes da indústria europeia.

 

Giannuzzi é um estudioso dos valores e das práticas de liderança. ”A meu ver, a qualidade mais importante que você pode encontrar em um líder é a autenticidade. Ser autêntico significa estar em harmonia com suas ideias, seus valores e sua maneira de agir. É impossível conduzir as pessoas se elas sentirem que as palavras e ações do líder estão em desacordo com seu próprio caráter.”,definiu recentemente em uma entrevista a Leader League, agência de informação empresarial francesa.

 

Formado pela tradicional Ecole Polytechnique de Paris e pela Harvard Business School, nos EUA, o CEO da Verallia comenta que a liderança é fruto em parte do aprendizado e em parte de uma vocação natural. “Algumas pessoas começam a emergir como líderes no playground, enquanto outras pessoas têm personalidade mais introvertida. O caráter de todos é diferente. Mas, mais do que tudo, a liderança é uma arte e, como em todas as artes, a essência vem da experiência. Estar em contato com indivíduos e culturas com uma gama muito ampla de horizontes significa que os líderes desenvolvem e melhoram constantemente”. 

 

Para o executivo, um elemento essencial da liderança, é a capacidade de se cercar das pessoas certas, para que se possa criar uma equipe bem equilibrada. “Se o líder é o capitão de um navio, ele só será um bom capitão se souber como escolher uma boa tripulação”, afirma.

 

Michel Giannuzzi assumiu a presidência do Grupo Verallia em 1º de setembro do ano passado. Ele substituiu a Jean-Pierre Floris que foi nomeado presidente honorário e tornou-se membro independente do conselho.